Terça-feira, Outubro 17, 2006

TERTÚLIA 5 ANOS de AMALGAMA no Convento de SÃO PAULO, a 4 de Outubro 06

Exposição de fotografias de Dança, “5 anos de Amalgama no Convento”- sessão de vídeo-dança e improvisação de música e dança. A Exposição de Fotografia estará patente de 25 de Setembro (inauguração pelas 18h) a 5 de Novembro, nos Claustros do Convento de São Paulo.

Desenrolou-se pela primeira vez, um espaço alternativo e complementar, de ofertas artísticas várias, desde exposição de fotografias ligadas ao trabalho da Amalgama no Convento ao longo de 5 anos, sessão de vídeo-dança que reúne os melhores vídeos de diversas criações da Companhia, culminado com um trabalho de improvisação de música e dança na Igreja Velha.


FICHA TÉCNICA




DANÇA Bruno Rodrigues, Cláudia Borges, Filipe Nunes e Sandra Battaglia

MÚSICA José Manuel Ficalho fado e guitarra

Serões do Alentejo texto e guitarra campaniça
Solange Silva flauta transversal

FOTOGRAFIA e COMPILAÇÃO VíDEOS-DANÇA Jorge Pereira

LUZ e SOM Bruno Oliveira

DIRECÇÃO PRODUÇÃO Maria Alcobia

DIRECÇÃO JURÍDICA e FINANCEIRA Cláudia Borges

DIRECÇÃO ARTÍSTICA e GERAL Sandra Battaglia






TABLAO DO FADO no Convento de São Paulo, Redondo - 29 e 30 de Setembro e 5 a 7 de Outubro 06

“Ora são negro, ora fogo, ora lamento, ora exaltação.

São lágrimas e sangue, água, terra e furacão.

São terra que espera... espera terna. Trovão.

São tudo num calor duradouro, a certeza da fuga e do retorno.

São ânsia e abundância do viajante, a saudade que resiste,

a alegria constante de quem se cansa de estar triste.”

Amalgama


Dançar o fado docemente entrelaçado no flamenco...

Encontrar a alma que vive de boca em boca, de peito em peito, deambulando de guitarra em guitarra e de corpo em corpo.

Essa alma como um destino flamejante, um nó fraterno e original que se une num abraço quase esquecido por

ser tão antigo e tão primeiro.

A Amalgama propôs chegar a esse nó, uma raiz suculenta de onde se prova o essencial, da flor da pele ao fundo da alma.

TABLAO DO FADO – uma procura de raízes, essências. Uma celebração levada ao rubro, ao negro, para vir a ser transparente e por inteiro, tanto pelo que o fado e o flamenco são, como pela vontade dos nossos corpos o serem.